Fountain of Thought (n.14)
Quando. Me atirar deste Precipício Algo é certo Continuarás a ignorar-me Quando. A mancha do meu sangue (Vivo, Carmim, Passageiro) Te chegar à ponta dos sapatos Tornarás a virar-me as costas Confesso, Habituei-me ao hábito teu Entretanto, Nunca me cheguei a desabituar de ti (Repugno-me desta incessante Necessidade de ao teu ser pertencer) Desesperadamente, reitero: Quando me atirar deste precipício Quando. A minha última gota de sangue Esvair do meu corpo Só peço Que te importes