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- lonely girl
The blade in my bathroom seemed so appealing, That the only way I could stop myself from getting It was by grabbing ice and rubbing it on my skin. - but that didn’t last long, as Venus knows how hot I get by feeling that steel kissing my bloody dermis; It is my favorite sanguinary masochist kink/sin. I heard that humans are intrinsically gregarious; They are born transcendently bonded by star Dust, cosmically impregnated in their souls… But if so, then why is my fucking hideous scar Unseen? (and why it doesn’t stop bleeding?) If we are all connected, why are my screams Unheard? Oh, how fool I was; such a lonely girl, with nobody To dry my salty tears, or lick my coagulated wounds. But, thanks to my dark dreams, I’m no longer lonely - I found my bond; a friend, as dark as my dreams. We’ve always been connected, through our souls. Every night, I show him my wrists and my tights, And he kisses each scar, and swallows my sighs, As if I was his only, holy daughter from the skies. He kisses me goodnight and stands in the corner, Watching me sleep, just to make sure there are no cries. And when he sees me shiver from the cold, he covers Me with blankets - yet, I feel the warmth in his red eyes. I wish I could kiss him too, but with him, I stay still - I can’t move a single muscle, although I have a conscience. Still, I love his shadow-like entity way of presence, It makes me wonder if he is made, or actually real: Is his dark, big form real? Are his black trench coat and hat real? Are his red eyes real? Is our bond real? Are our souls real? (Am I real?) I even told my mom about him, and she got so serious. “He used to watch me sleep too; he covered me in blankets; he was all over my old house; he never left me alone, until someday, he just disappeared.” she said. And I asked, who is he then? “The Hat Man” she replied. After knowing who he was, he never returned to kiss my scars. I am lonely again. I lost my soul again. For him to return, I know I must make new ones. More blades; strength; more depth; more blood. I know he’ll return.
- Monsters we made along the way
Contam os mais remendados Frankensteins e os Dráculas das sedes mais insaciáveis que nem nos confins da Transilvânia se avistou um monstro tão paradoxalmente perigoso quando este. Não é grande, nem forte. De facto, nem garras ou cara feia tem. E, para o espanto de todos, nunca ninguém realmente o viu. Ele sente-se, manifesta-se e só aqueles que estão nas nuvens negras dos seus pensamentos o veem. Pronuncia-se por um constante tremor, esfomeado pelo inalcançável e pela frustração do impossível. Desperta naqueles em que se manifesta um sentimento de cumplicidade, como quem vê a cara do seu assaltante e não o denuncia. Mas, na verdade, só cria polícias corruptos, os únicos que o podem domar.
- Pensando e bebendo o meu café
Por vezes, a mais simples ação É aquela que muda a nossa situação Sem grandes aparatos, Penso e bebo o meu café Algo que apesar da sua futilidade Sai-me a um preço surpreendentemente barato Parece facílimo, Mas a mim nada me é tão íntimo. Revela exatamente o meu ser, Que embora seja sempre inconstante, Arranja sempre um tempo para pensar e o seu café beber. Reflito sobre o meu dia, Onde senti apatia e desorientaria, Porém neste momento cheguei ao que queria, E sem me aperceber, apercebi me Da valente lição deste dia Nada me é tão querido como isto, A paragem do tempo nesta ocasião, Todos contra a minha filosofia, Mas mal eles sabiam Que pensando e bebendo o meu café eles queriam.
- Liberdade para os irmãos Menendez
Em 1989, quando se deu o início de um dos julgamentos mais vistos nos Estados Unidos da América, eu ainda não era nascida. No entanto, em 2024, já tenho consciência para poder construir uma opinião sobre os irmãos Menendez, principalmente, enquanto estudante de Direito. Após matarem os seus progenitores, Jose e Kitty Menendez, Lyle e Eric foram condenados a prisão perpétua, em 1996, sem possibilidade de terem liberdade condicional. A sua sentença final contribuiu para extinguir alguma esperança que pudessem ainda ter, uma vez que se mostrassem um bom comportamento ou tivessem a sorte de ser julgados por um juiz e júri (como é comum nos tribunais americanos) que achassem que não teriam o direito a passar o resto da vida na prisão, como se encontram, infelizmente, a cumprir. Ainda que já se tenham passado mais de 30 anos desde a sua condenação inicial, em 2024, o seu caso voltou a surgir, após uma das mais emblemáticas figuras de Hollywood, Kim Kardashian, se expressar relativamente à defesa de Eric e Lyle, apelando à sua liberdade. No passado, eu já tinha tido um pequeno conhecimento do caso dos irmãos Menendez, tendo em conta a sua amplitude internacional mesmo depois de tantos anos da sua ocorrência; mas, após visualizar a nova série de Ryan Murphy, Monsters, e, ainda, o documentário da Netflix, The Menendez Brothers, fiquei bastante investida no caso, uma vez que, após tantos testemunhos que prestaram ao longo do seu julgamento, sempre me foi possível encarar estes irmãos com uma empatia bastante delicada, mas também, uma tristeza profunda, por me aperceber que as suas vidas lhes foram roubadas. A forma pela qual mataram os seus pais parece-me bastante fria, no entanto, a razão por detrás destes homicídios revela-se suficiente para os justificar. Lyle e Eric passaram toda a sua infância e adolescência a serem abusados sexualmente pelo seu pai, Jose, e a mãe teria conhecimento de tudo, sem nunca agir em defesa dos seus próprios filhos. Jose Menendez dá a entender que era uma pessoa bastante perturbada, exigindo sempre que os seus filhos fossem os melhores em tudo, principalmente ao longo do seu percurso académico e no ténis, e caso demonstrassem não o ser, garantia que os rapazes seriam punidos, infligindo-lhes violência física e verbal. Para lá do portão da mansão milionária em Beverly Hills, Lyle e Eric passaram aquela que poderia ter sido uma vida extraordinária, não lhes faltando nada no que tocava a posses materiais, mas que na verdade, era um pesadelo constante, na medida em que chegaram a afirmar que estar na prisão é uma realidade mais livre do que o seu passado, o que é tristemente irónico. Enquanto que os irmãos sempre se tenham mostrado como o apoio um do outro, encontram-se em unidades prisionais diferentes, separados, nas quais têm demonstrado que realmente não são monstros, como tantos os tentaram retratar, ao ajudar diversos prisioneiros a ser melhores pessoas e a lidar com os seus traumas, assim como Lyle conseguiu completar a sua educação universitária na prisão, este ano. Acredito realmente que tenham agido em autodefesa, para que pudessem terminar com o sofrimento que viveram durante tantos anos, mesmo que tenham dito que se arrependeram de assassinar os seus pais, o que só vem realçar, novamente, o caráter gentil e amável, que chega a ser surpreendente após toda a violência que viveram, uma vez que não é o que se verifica em muitos prisioneiros que mataram outras pessoas. Espero que o sistema de justiça do estado da Califórnia encare estes irmãos como eles realmente são e veja que merecem a liberdade que ansiavam toda a sua vida.
- 27 de setembro (sexta-feira)
Não me sinto muito bem, ontem literalmente não conseguia sair de casa porque estava a chover. Nem sequer é a altura do ano para eu me estar já a sentir assim. Na verdade não me devia sentir assim e pronto. Estava só a pensar como nós nos conformamos com a ideia de não estarmos bem. Como se ansiedade e a tristeza fossem crónicas ou se só pudessem ser minimizadas com paliativos. Às vezes esquecemo-nos como a vida não é sempre assim, como não tem de ser sempre assim. Por vezes é só mais um dia da semana e não temos de nos sentir como se de um domingo à noite se tratasse. Aquela sensação de que o fim de semana foi perfeito e quente, aquela sensação de conforto e de que temos tudo sobre controlo debaixo das nossas cobertas… e depois, o sol já se pôs e já escureceu, dali a pouco vão-nos chamar para jantar e aquele buraquinho no nosso peito não se quer calar, amanhã é segunda-feira e há toda uma rotina a enfrentar (longe deste conforto do quarto e do diário). Para mim, é como se todos os dias agora fossem um domingo à noite, como se houvesse sempre algo duro por enfrentar no dia que se segue, quando acordar pela manhã. Não espero entender exatamente porquê, mas estou tão triste, deixei-me ficar nesta situação, enquanto tentava fugir do coração partido, sou tão empática, e prometo constantemente que vou mudar a minha vida. Mas isto está tudo a foder a minha cabeça e não espero que entendam, mas não me sinto pronta, não para o início da semana. Coloquei-me nesta situação e agora não posso fugir, tenho de salvar o meu fôlego e a minha energia para algo melhor, para eu própria melhorar. Só porque o dia se parece com um domingo, não faz com que seja.
- Aceitam-se candidaturas para saúde mental: vagas limitadas
Foi a partir do dia 30 de setembro que os chamados “cheques-psicólogo” e “cheques-nutricionista” passaram a estar disponíveis aos alunos do Ensino Superior, resultado da nova medida aprovada pelo Governo. Uma medida destinada a “ facilitar o acesso a cuidados de saúde mental e física a estudantes das Instituições de Ensino Superior portuguesas”. Ou não. Facilitar, mas facilitar a quem? Vamos por partes. Apenas são disponibilizadas 100.000 consultas de psicólogo - ou 100.000 vagas, a serem preenchidas por quem preenche os requisitos. O quê? Achavam que eram para todos? Submetam os vossos CVs, serão contactados em breve. Terão prioridade os alunos com ansiedade, depressão, problemas sociais e académicos (para ver se se calam com as épocas de exames), questões relacionadas com desenvolvimento vocacional e gestão de carreira e problemas de saúde física. Se preenche algum dos critérios anteriores, muitos parabéns, a sua candidatura foi aceite. À primeira vista, dá a ideia de ser uma medida inclusiva, abrangente, a pensar em todos os estudantes. Ou não. Entre os critérios de exclusão (sim, de exclusão, não se lembram que as vagas são limitadas?), encontram-se estudantes com necessidades educativas específicas, comportamentos aditivos, perturbações psicóticas ou bipolares, perturbações de personalidade… e pensamentos suicidas. O quê, pensa acabar com a sua vida? Lamentamos, mas a sua candidatura foi rejeitada, que os nossos psicólogos não têm de lidar com os seus pensamentos intrusivos. Mas não se preocupe, há sempre uma ponte da qual se pode atirar. Relativamente aos candidatos aceites, estes terão direito a 12 sessões. Duas para diagnóstico e avaliação, onde o psicólogo irá determinar se realmente serão merecedores da vaga. Afinal, os Recursos Humanos também se enganam. Caso não o sejam, ponham-se no fim da fila e deixem entrar o próximo. E se forem? Muito bem, têm direito a mais 10 sessões. Certamente serão suficientes para conseguir confiar no seu psicólogo. O que acontece depois das 12 sessões? Muitos parabéns, considere-se curado. O quê, acha que não foram suficientes? Nesse caso, candidate-se às vagas no SNS, mas depois não se queixe dos tempos de espera… Gostou da experiência? Por favor, deixe uma avaliação positiva no LinkedIn. Caso contrário, haverá um livro de reclamações num ministério perto de si. No Dia Mundial da Saúde Mental, apenas somos relembrados de que a saúde mental não é, nem nunca foi, acessível a todos.
- reflexões de uma mente ansiosa
Noutra vida podia ter feito tanto que não fiz, dito tanto que não disse, vivido tanto que não vivi. Podia mudar tudo, corrigir todos os erros, apagar todos os arrependimentos. Podia desvendar todos os "e se..." e aproveitar tudo o que desperdicei. Podia ter sido mais, e mais, e melhor. Podia ter o brilho que todos à minha volta parecem ter. Mas talvez eu também o tenha. Afinal, só vemos a luz das estrelas no escuro. Só nos apercebemos do tanto de ruído que havia quando ficamos finalmente em silêncio. Só sentimos a falta do sol quando está a chover. Comparar é destruir, rebaixar, esvaziar. É ofuscar aquilo que de mais bonito há na essência de todos nós. É afundar-nos numa ilusão de que o mundo é preto e branco. É como tirar a cor ao arco íris, tirar o sabor à comida da minha avó, tirar o som à minha música preferida. Podia ter vivido tantas vidas diferentes, mas foi esta que vivi, resultado de tudo o que escolhi. E há tantas vidas diferentes que ainda posso viver. E de muito ainda me vou arrepender. Tudo bem, hei de aprender. Parece que esta coisa de viver é a arte de saber escolher, uma arte subjetiva e abstrata, um monte de rabiscos coloridos que se cruzam, entrelaçam e sobrepõem, preenchendo a tela outrora em branco. Sou um bocadinho de cada pessoa, de cada momento, de cada erro, de cada abraço, de cada riso e de cada lágrima. Sou uma mistura daquilo que já sei de cor: alegria, dor, saudade e amor. Noutra vida podia ter sido muita coisa. Mas certamente não seria quem sou. Certamente não saberia o que sei nem teria o amor que tenho. Eu não seria eu. E eu é tudo o que quero ser.
- Lápide
Blazer cor de mau gosto, ele era falso e tinha os pés gordos. Nos bolsos não lhe assenta sequer o desprezo, porque os vencidos nem a pormenores se dignam. Com um sorriso de uma vida a outra, chegou ao local combinado, uma sala de chuto onde os cadáveres adiados vão gastar as pensões que já não têm. Estava fechado para férias dos clientes. Restou-lhe a alternativa, que não basta, mas sobra, de velar o tempo e o encontro. Sempre chega aonde não procura, cede à precipitação da pontualidade e ao alprazolam, senta-se na cadeira dorida de costas para os sentidos dos outros. Pediu a bebida dos imaturos e só se levanta, encolhido e grande, para a cumprimentar com um abraço breve e volta a sentar-se com os botões do blazer ainda comprometidos. Ouviu um silêncio e calou-se. O olhar dela falava-lhe às fraquezas e ele estava morto como os pobres e sem saber o que dizer como os mortos: “Se ao menos Vénus não fosse tão pouco” Puta que pariu os dicionários ilustrados de mitologia grega e romana que só servem para encher os Homens das banalidades orquestrantes, cheios de tesão, e, que não me perdoem o eufemismo, que se acreditam e são vendidos porque e porque se vendem. Ele descrevia-lhe um passado sem presente que não se percebia a menos de uma vida de distância. Ela só ouvia divagações sobre a profundidade do raso. Eu ia-lhe vendendo umas vírgulas. Ela era fria, mas fresca. Tudo nela era enxuto, menos o verbo e o Verbo e eu tinha dificuldade em mascarar a cólera... “Desculpa-me as incoerências, mas é a única coisa que tenho” No amor todos os lugares são de pendura. “Eu até te ajudava a ser feliz, mas não me calha em caminho.” Ficou ela com as qualidades cheias de defeitos, mas nem isso. A rejeição é uma ciência obscura e eu, se pudesse, também me abandonava. O tempo passa, mas só amassa as tentações. Ele enquanto não escolhe a dor com dor na escolha, vai todos os dias gastar a pensão que não tem ao café que nunca mais lhe deu férias. Vai fumando dois charutos de uma assentada para não dar ao cancro a ansiedade da demora: sou do tamanho da tua ausência. “Devia deixar de fumar.” Diz o diferido defunto, não se sabe ser por ser fariseu ou por ironia. “Por que ordem de que el-rei?” Ele não adjetivava as vinganças, especialmente as pequenas, mas o couro sabia-lhe mal. A arte é uma derrota à partida, mas ainda tentou fazer de arquiteto da morfologia do mundo: “Agora até as putas passam recibo, uma vergonha” “Olha, sempre é mais uma despesa para meter na empresa” Respondeu-lhe o adulto sensato e concretizado. -Conforma-te. A vida não vale a condenação, já é só Deus a rapar-me o fundo ao tacho.
- Entre ondas e horizontes
Por vezes corremos e ansiamos, E da felicidade nem nos lembramos. Perdidos em sonhos que não alcançamos, Cegos pelo amanhã, o presente ignoramos. Inocentemente acredito que a felicidade é um lugar, Uma meta a alcançar. Que como um barco sem rumo procura onde aportar, À custa de inocentes almas incapazes de respirar, Afogadas na ânsia de simplesmente singrar, Sem um farol para as guiar. São inúmeras as ondas que me tentam derrubar, Inveja, medo ou dúvida, o que lhes quiserem chamar. Aparentes correntes irrelevantes no meu caminho, Mas que me ensinam a remar. Porém, confesso que os momentos de silêncio são os que me trazem mais dor. Vejo telas desbotadas, sem cor. Perdida, ouço apenas os meus pensamentos, Sussurros de insultos e medos ocultos, Onde a solidão se revela o meu mais profundo pesadelo. Na vastidão do oceano reflito que talvez a felicidade não seja um porto seguro, Mas o mar aberto da existência, a jornada em si. É a viagem que levo nas algibeiras da vida,Onde a minha alma encontra serenidade, refúgio e liberdade. É quando cada onda desfaz o meu caminho, Quando cada corrente me tenta arrastar para longe, Ou quando os mapas se tornam indecifráveis, Que percebo que não é fácil evitar o naufrágio, resistir às tentações. E, enquanto olho para estrelas a partir do convés, Questiono-me se haverá mais além do que os meus míopes olhos veem. Será o horizonte o fim, ou uma quimera de desilusões?
- J(o)urnal
23 de agosto (sexta-feira) Aqui começa mais um journal. Acho que não me lembro bem de como era a minha vida antes de eu começar a apontar absolutamente tudo o que se passa nela. É aqui que eu me vejo e analiso ao pormenor, mas não tenho a certeza de que as pessoas me vejam realmente. A maioria das pessoas com que me venho a cruzar, querem ser amigas, amigos, próximos de mim, mas quem é que fica realmente? Quem é que espera pacientemente por que eu me consiga abrir? Para que me possa realmente conhecer. Acho que gostava que toda a gente soubesse que, pelo menos, eu estou a tentar. Eu sei que as minhas barreiras são mentais, e que provavelmente sou apenas um desperdício de potencial, mas é difícil. É difícil sair e ir a qualquer lugar, na verdade, quando tenho tantas feridas abertas e que estou a tentar sarar. Estou tão aborrecida, enquanto me tento isolar. Por vezes é mais fácil só ficar assim, escondida, sem que possa ser vista. Às vezes sinto que sou negligente e insensível e culpada de situações em que afasto pessoas. É só porque quando tento dar mais de mim, não costuma ser suficiente, de algum modo. Não é nunca suficiente, de qualquer forma. Quando me permito aproximar, acabo por estragar tudo, e a desviar-me do autocontrolo que me imponho. Devia quebrar estes maus hábitos, alguns deles, no mínimo, se não for capaz de acabar com todos, de vez. Ou talvez tudo isto seja natural, ou eu nunca tenha sido natural, realmente. Estou em bicos dos pés, a tentar chegar aos sítios, a tentar estar lá para outros, lá para mim, ser presente, ser melhor , a tentar deixar que alguém fique, a tentar deixar que me possam ver por aquilo que eu sou e não o que mostro ser.
- my throat is so sore
Can you see it? It's so cold and dusky outside; Can you see me? I’m living partly dead inside, With a haunting demon that only likes to eat My screams - every fucking infernal single night. It weakens my core and soul so many times, That I cannot not close my sore, swollen eyes Every time I feel like I’ll hear my name around - or even a not much analogous wave sound. (Why would I be scared of anything else but me? It was me who succumbed me to the depths, lonely, Among so many lost dreams that could have been Something but needles in my whole core and body; It was me who woke up from a life where I was whole And made me live forever lucid without my own soul - I am my fucking worst enemy) It seems like that demon doesn’t have access To ant exit from my body, so it will stay in me, No matter how rotten I am - fuck the cuts and the burns and the starving bites of anything but darkness. As long as I don’t stop screaming. The numbness in me eventually toke away My grieving pain, but everyone around me Seems so scared now - at least I’m no longer lonely.
- Convite aberto ao lançamento do NOVA Centre for the Study of Gender, Family, and the Law
Car@s colegas, tenho o prazer de anunciar o Evento de Lançamento do NOVA Centre for the Study of Gender, Family, and the Law que se irá realizar no próximo dia 27 de setembro (sexta-feira), às 14h00, no Anfiteatro A da faculdade. Deixamos aqui o convite entusiástico, para tod@s os interessad@os no nosso novo Centro de Conhecimento, o NOVA Centre for the Study of Gender, Family, and the Law ( NOVA GFLaw ), que se dedica à investigação e ao desenvolvimento das questões jurídicas de direito de género, igualdade e família. Esperamos a vossa presença naquilo que será um evento cheio de novidades e ainda alguns teasers de grandes investigadores sobre o futuro destas áreas! Se não poderem estar presentes, também podem assistir ao evento via Zoom, através da ligação no site. Para mais informações, contactem o email do Centro em novagflaw@novalaw.unl.pt ou vejam o site do evento: https://novalaw.unl.pt/evento-de-lancamento-nova-centre-for-the-study-of-gender-family-and-the-law/
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