Tenho de parar
E no meio da monotonia da vida vejo-te. Sinto-me nauseada, as pernas tremem e não sei bem se devo olhar para ti, se devo acenar (será que ainda me odeias?) ou talvez até ganhar o mínimo de coragem para te cumprimentar. Fingimos que não nos conhecemos, que somos duas desconhecidas na mesma carruagem que nunca mais se vão ver, mas eu conheço-te como cada veio na minha mão. Sei o teu ascendente, conheço os teus pais, sei de todas as tuas inseguranças, sei que não gostas de gás n
just a second
i don't think i’ve truly felt whole. there were times where the absence was just a echo in the back of my mind muffled by life and laughter and joy and brightness. but somewhere along the way, that piece, so singular and crucial i didn't even recall losing it, became jagged, a deep profound cut that never really closes. it’s just there. open. growing a bit each day, feeding of the darkness that has become a known companion. gnawing at this thing we call a soul. so each day, a
A perda do meu eu mais querido
Gostava de nunca te ter conhecido. Cada momento que passo ao teu lado leva um pouco de mim, no início era bonito esse ato de altruísmo que fazia sem pensar duas vezes, mas ao longo do tempo dei tanto de mim que já não me reconheço. Não consigo mais romantizar tudo, já não resta um pingo de ingenuidade. Nunca te consigo deixar por completo e tudo que era meu (ou que era eu) dei-te. Sempre pensei que todas as pessoas que passam na nossa vida deixam um bocadinho de si, mas conti
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