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Tenho de parar

E no meio da monotonia da vida vejo-te. Sinto-me nauseada, as pernas tremem e não sei bem se devo olhar para ti, se devo acenar (será que ainda me odeias?) ou talvez até ganhar o mínimo de coragem para te cumprimentar. Fingimos que não nos conhecemos, que somos duas desconhecidas na mesma carruagem que nunca mais se vão ver, mas eu conheço-te como cada veio na minha mão. Sei o teu ascendente, conheço os teus pais, sei de todas as tuas inseguranças, sei que não gostas de gás n

Debaixo de água

Quero gritar. Quero bracejar. A ansiedade asfixia-me. Os pulmões enchem-se-me de água. Olho em volta: escuridão. Além: um sol cada vez mais distante e distante.. Porque é que me sinto tranquila, se me estou a afogar? Sorvo a água, involuntariamente (ou voluntariamente?),  Muda. Inábil. Inerte. Uma confusão de membros paralisados,  intenções estáticas e pensamentos aflitos. De repente, os sentidos de uma vida real  puxam-me de volta à superfície. Mas, não volto intacta, não. A

just a second

i don't think i’ve truly felt whole. there were times where the absence was just a echo in the back of my mind muffled by life and laughter and joy and brightness. but somewhere along the way, that piece, so singular and crucial i didn't even recall losing it, became jagged, a deep profound cut that never really closes. it’s just there. open. growing a bit each day, feeding of the darkness that has become a known companion. gnawing at this thing we call a soul. so each day, a

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