Maria Constança Queirós
Feb 20, 20251 min read
Debaixo de água
Quero gritar. Quero bracejar. A ansiedade asfixia-me. Os pulmões enchem-se-me de água. Olho em volta: escuridão. Além: um sol cada vez mais distante e distante.. Porque é que me sinto tranquila, se me estou a afogar? Sorvo a água, involuntariamente (ou voluntariamente?), Muda. Inábil. Inerte. Uma confusão de membros paralisados, intenções estáticas e pensamentos aflitos. De repente, os sentidos de uma vida real puxam-me de volta à superfície. Mas, não volto intacta, não. A
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