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Tenho de parar

E no meio da monotonia da vida vejo-te. Sinto-me nauseada, as pernas tremem e não sei bem se devo olhar para ti, se devo acenar (será que ainda me odeias?) ou talvez até ganhar o mínimo de coragem para te cumprimentar. Fingimos que não nos conhecemos, que somos duas desconhecidas na mesma carruagem que nunca mais se vão ver, mas eu conheço-te como cada veio na minha mão. Sei o teu ascendente, conheço os teus pais, sei de todas as tuas inseguranças, sei que não gostas de gás n

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